Governo do Distrito Federal
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Orientações sobre análise estatística

1) Transparência

Desde 2015, com a implantação do Viva Brasília – Nosso Pacto Pela Vida, os índices criminais são amplamente divulgados à população por meio do site institucional, redes sociais oficiais, entrevistas coletivas e pedidos advindos da Lei de Acesso à Informação.

 

2) Periodicidade

Os dados de crimes monitorados com prioridade no recorte Distrito Federal são divulgados mensalmente no site, sempre no início do mês subsequente ao analisado. Essa metodologia leva em consideração um período mínimo para compreensão do fenômeno criminal, analisando aspectos como a sazonalidade.

 

3) Diferença de números ao logo do tempo

Se determinado número for divulgado em um mês e com o passar do tempo for alterado, não quer dizer que está errado. Sempre há uma reanálise do banco de dados. Isso acontece porque pode haver mudanças no decorrer de uma investigação. Um latrocínio (roubo seguido de morte) pode passar a ser considerado um homicídio, ou um caso “em apuração” pode ser resolvido e, portanto, ter uma classificação que antes não tinha.

 

4) Saber analisar

Divulgar números estatísticos requer análise e compreensão de quem os obtém. É preciso saber, por exemplo, a diferença de um número absoluto para relativo (índice por grupo de 100 mil pessoas) e a correta comparação de percentuais. Do contrário, pode gerar um desserviço à população.

 

5) Como são filtrados os dados estatísticos?

Toda ocorrência comunicada nas delegacias da Polícia Civil vai para um banco de dados chamado Millenium. Tudo que é registrado lá é filtrado e analisado pela SSP/DF. Com isso, são gerados estudos aprofundados que ajudam no planejamento de ações preventivas e repressivas dos órgãos de segurança pública.

 

6) Produtividade

Quantidade de drogas e armas apreendidas, flagrante por tráfico ou uso e porte de entorpecentes, prisões de autores e apreensões de adolescentes entram na produtividade. Se em uma região houve aumento nos flagrantes de tráfico de drogas, significa que as polícias se empenharam mais em combatê-lo, por exemplo.