Governo do Distrito Federal
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22/03/18 às 17h32 - Atualizado em 29/10/18 às 12h56

Peça Baby é apresentada para alunos em Taguatinga

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Apresentação faz parte do Caminho das Flores, evento organizado por delegacia de Taguatinga

 

O grupo de teatro Pátria Amada, da Secretaria de Segurança Pública e da Paz Social (SSP/DF), apresentou o espetáculo “Baby” – Cena Fórum – nesta quinta-feira (22), para 120 alunos do Centro de Ensino Médio de Taguatinga Norte – CETN, em Taguatinga. O espetáculo, que aborda a violência doméstica, faz parte da programação do Caminho das Flores, projeto-piloto criado por servidores da 17ª Delegacia de Polícia, localizada no centro da cidade.

O projeto reúne atividades policiais e comunitárias com temas voltados para proteção e valorização da mulher, como explica uma das criadoras do projeto e chefe da seção de atendimento à mulher, Deise Andrade. “A apresentação na escola de Taguatinga faz parte das atividades iniciadas em 7 de março, um dia antes do Dia Internacional da Mulher, e seguirá até o dia 30 de abril, quando se comemora o Dia Nacional da Mulher”.

De acordo com um dos atores, o policial militar Genivaldo Sampaio, não foi necessário fazer adaptações para o público adolescente. “Não houve necessidade de mudar a linguagem para o público de hoje, pois o a abordagem que fazemos é direcionada para jovens e adultos”.

A atriz Lívia Fernandez, que é policial civil, explica que o objetivo do espetáculo é conscientizar a plateia sobre as diversas formas de violência sofridas pelas mulheres. “Existem várias formas de dependência, a maior parte de ordem econômica, mas também há aquelas de natureza emocional e psicológica”.

Esta é a terceira vez que o grupo é convidado para se apresentar neste mês. A primeira foi durante a 10ª Semana do Programa Nacional Justiça pela Paz em Casa, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) e depois em Rio Verde (GO), a pedido da Delegacia da Mulher do município.

Interação com o público

O espetáculo utiliza a metodologia da Cena Fórum (Teatro do Oprimido) que tem a proposta de envolver a plateia durante a apresentação. “A participação do espectador é muito gratificante. Nós vamos provocando o engajamento das pessoas durante a cena e esse movimento faz com que a mensagem da peça seja ainda mais absorvida pelo público”, acrescenta Lívia.

Sinopse

A peça conta a história de uma família de baixa renda. Baby é dona de casa e mãe de Pedro, 8 anos de idade. Arlindo, o marido, é caminhoneiro. Os problemas entre o casal se tornam mais evidentes depois que Baby decide trabalhar. Arlindo não concorda e passa a agredir a esposa física e psicologicamente.


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