Governo do Distrito Federal
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27/03/19 às 18h58 - Atualizado em 29/03/19 às 18h51

SSP/DF realiza palestra para adolescentes em situação de risco

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Adriana Machado, da SSP/DF

 

Para contribuir com a formação de adolescentes assistidos pela instituição Aldeias Infantis SOS, no Paranoá, a Secretaria de Segurança Pública (SSP/DF), realizou nesta quarta-feira (27), a palestra Traçando Objetivos Profissionais. Trinta adolescentes, entre 12 e 17 anos, assistiram a palestra como parte do projeto “Em Cena Para Projetar o Futuro”.

 

Ministrada pela pedagoga e assessora da Subsecretaria de Prevenção a Criminalidade (Suprec), da SSP/DF, Simone Borges, a palestra teve o objetivo de motivar os adolescentes, em vulnerabilidade social, a buscarem referências e traçarem metas para ingressarem no mercado de trabalho e definirem profissões.

 

“Conversamos com eles e fazemos dinâmicas para que se sintam à vontade e compartilhem suas experiências, por meio de diálogo. Nada impositivo, para que estabeleçam uma relação de confiança e possamos ajudá-los”.

 

A Aldeias Infantis SOS é uma entidade social sem fins lucrativos que trabalha na proteção de crianças e adolescentes em vulnerabilidade social e suas respectivas famílias. A maioria dos adolescentes atendidos pelo projeto cumprem medidas sócio educativas e são atendidos pela Unidade de Atendimento em Meio Aberto (UAMA).

 

Para o coordenador do projeto, Marcelo dos Santos, a palestra é importante para a formação dos adolescentes. “Para os meninos isso é importante, para que eles percebam que mesmo com dificuldade é possível trilhar um caminho longe das drogas e da criminalidade.”

 

Confira alguns depoimentos dos alunos:

“Gostei muito porque ouvi muitas palavras importantes para a nossa vida, que vão me ajudar a crescer”. Samanta de Souza, 14 anos.

 

“Me motivou muito, o que a gente quer para o futuro precisamos colocar força para acontecer, e nunca desistir dos sonhos”. Sarah Gomes, 14 anos.

 

“Eu aprendi que não desistir é melhor”. Bruno Cauan Martins, 11 anos.

 

“Achei de boa a roda de conversa, falou sobre o racismo e eu me identifiquei, coisas que foram faladas serviram pra mim e pra outras pessoas que estavam lá. Eu quero mais conversas como estas”. Rosiane Pereira, 16 anos.

 

Edição: Nicole Vasconcelos