Governo do Distrito Federal
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26/06/18 às 10h52 - Atualizado em 29/10/18 às 12h54

? Pesquisa mede sensação de segurança dos brasilienses

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Equipes de empresa contratada pela Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social percorrerão, até agosto, as 31 regiões administrativas do Distrito Federal para ouvir os brasilienses sobre a atuação das forças de segurança e a sensação de medo.


Sigilosos, os dados auxiliam na criação de políticas públicas mais eficazes e complementam outras estatísticas já estudadas pela pasta.
Essa é a terceira edição da pesquisa, que ocorreu também em 2015 e 2017.

 

“Mesmo com a criminalidade caindo, percebemos que o medo das pessoas vem aumentando”, observa o subsecretário de Gestão da Informação, Marcelo Durante.

 

A ideia, segundo ele, é alimentar o sistema com o máximo de informações possível para a gestão do tema. Serão ouvidos 5 mil moradores do DF.

 

As primeiras localidades a receber a pesquisa são:

 

  • Asa Norte
  • Brazlândia
  • Ceilândia
  • Jardim Botânico
  • Lago Norte
  • Riacho Fundo I
  • São Sebastião
  • Taguatinga

Os questionários são aplicados pessoalmente, e as visitas duram, em média, 20 minutos.

Todos os contratados estão uniformizados e com crachá de identificação. Quem quiser tirar dúvidas sobre o processo pode ligar para o telefone (61) 3441-8668.

Além de avaliar a sensação de insegurança, o levantamento analisará a percepção das pessoas acerca do atendimento das forças de segurança.

“Mais do que baixar a criminalidade, queremos que todos tenham um atendimento de qualidade”, resume o subsecretário Durante.

 

Diminuição de homicídios no DF

 

O DF tem apresentado quedas constantes no número de homicídios. De janeiro a maio deste ano, por exemplo, foram dez homicídios a menos que no mesmo período de 2017. A redução foi de 4,8% no acumulado do ano.

 

Os seis crimes contra o patrimônio acompanhados pela metodologia do Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida também tiveram decréscimo no acumulado do ano. Se considerado apenas o mês passado, somente roubo em residência aumentou: passou de 63 para 66 (4,8%).

 

Nas duas comparações, roubo em transporte coletivo foi o tipo de registro que teve a diminuição mais expressiva: de janeiro a maio, houve 804 casos, e 1.220 em igual período do ano anterior.

 

Já apenas em maio de 2017, registraram-se 238 ocorrências, contra 139 no mesmo mês deste ano.

 

EDIÇÃO: RAQUEL FLORES