Governo do Distrito Federal
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9/11/21 às 13h20 - Atualizado em 9/11/21 às 13h23

ūüö®PCDF realiza opera√ß√£o para prender autores de homic√≠dios e feminic√≠dios

Divisão de Comunicação Social, da PCDF

 

No m√™s de outubro, a Pol√≠cia Civil do DF (PCDF), por meio da Coordena√ß√£o de Repress√£o a Homic√≠dios e de Prote√ß√£o √† Pessoa ‚Äď CHPP, desencadeou a Opera√ß√£o Animus Necandi para cumprimento de mandados de pris√£o contra autores de homic√≠dio ou feminic√≠dio, resultante de pris√Ķes preventivas ou condenat√≥rias decretadas pelo Poder Judici√°rio.

 

Ao longo de um m√™s, foram cumpridas 32 pris√Ķes decorrentes dos mandados pendentes. Desses, dez autores de homic√≠dios estavam foragidos, em local incerto. Isso exigiu planejamento estrat√©gico, t√°tico e operacional, com levantamentos de informa√ß√Ķes. Tamb√©m havia criminosos j√° presos por outros crimes e que, com a a√ß√£o da PCDF, foram responsabilizados pelos crimes cometidos contra a vida e permanecer√£o mais tempo recolhidos evitando impunidade ou a prescri√ß√£o dos delitos.

 

Destaca-se a prisão realizada com o apoio da Delegacia Especializada de Capturas e Polinter da Polícia Civil do Estado do Amazonas. O autor estava foragido na cidade de Manaus/AM, desde o ano de 2008, após ter matado a vítima com golpes de faca na área central de Brasília, no ano de 2006, ou seja, há 15 anos.

 

Tamb√©m houve a pris√£o de autor de dois homic√≠dios consumados e um homic√≠dio tentado cometidos em Ceil√Ęndia, no ano de 2002. Os crimes prescreveriam em mar√ßo de 2022, conforme a pena aplicada.

 

Dessa forma a CHPP amplia o alcance na responsabiliza√ß√£o criminal das pessoas que cometeram homic√≠dio, evitando a prescri√ß√£o dos crimes e a impunidade. ‚ÄúIsso derruba a falsa sensa√ß√£o de que autores respons√°veis por mortes de outras pessoas ficariam sem ser alcan√ßados pela pol√≠cia ou pelo Poder Judici√°rio, gerando a err√īnea ideia de que estariam livres para voltarem a matar‚ÄĚ, ressalta o delegado La√©rcio Rosseto, coordenador da CHPP.

 

A operação policial recebeu essa denominação em razão da expressão animus necandi, que significa intenção de matar ou vontade de matar, sendo utilizada no Direito Penal para destacar o dolo do agente ao praticar o crime contra a vida de outra pessoa, correspondendo à vontade do agente em ceifar a vida do outro.