Governo do Distrito Federal
Governo do Distrito Federal
26/05/20 às 14h45 - Atualizado em 26/05/20 às 15h09

Medida Provisória aprova recomposição salarial das Forças de Segurança do DF

COMPARTILHAR

Lanna Morais, da Ascom – SSP/DF

 

O presidente Jair Bolsonaro editou Medida Provisória que permite reajuste salarial para corporações da Segurança Pública do DF como Polícias Militar e Civil e Corpo de Bombeiros. Nas últimas semanas, o secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, delegado Anderson Torres, esteve reunido com o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Jorge Oliveira, para viabilizar o sinal verde do Planalto para a nova regra.

 

O acordo de recomposição faz parte de uma missão prioritária que a gestão do governador Ibaneis Rocha teve desde seu princípio. O Governo do Distrito Federal enviou o projeto ao Planalto após discussões com

representantes das Forças e de associações das categorias para debaterem os termos do documento.

 

“Há mais de um ano, o Governo do Distrito Federal viu que precisava recompor os salários das polícias. Fatores como a mudança da alíquota da previdência e alteração de tempo de serviço reforçaram esse entendimento.

 

Esse reajuste – que inicialmente era para ter saído em janeiro deste ano – ajudará a amortizar o impacto, inclusive inflacionário, nos pagamentos das corporações. Foi importante conversar pessoalmente no Planalto para ressaltar a importância de manter esse compromisso, assunto em que o presidente sempre se mostrou aberto e consciente da questão”, enfatiza Torres.

 

Projeto
O projeto de reajuste salarial para a Polícia Militar, Civil e Corpo de Bombeiros do DF foi enviado ao Planalto pelo GDF no começo de 2019. O texto fixa recomposição de 25% sobre a Vantagem Pecuniária Especial (VPE) para os policiais militares e bombeiros. Para policiais civis, o aumento é de 8%. “A porcentagem da PM e dos Bombeiros é calculada sobre uma gratificação, ou seja, sobre parte do salário. Na realidade, o aumento está dentro da média de 8% para ambas as corporações”, explica o secretário.

 

“Pelo fato de as estruturas das carreiras militares e da Polícia Civil serem muito distintas, nossa meta foi garantir os valores finais bem próximos para mantê-los o mais justo possível”, informa o secretário.