Governo do Distrito Federal
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19/09/20 às 13h24 - Atualizado em 21/09/20 às 18h48

🤝👮Segurança Pública e DF Legal realizam operação no Setor Comercial Sul

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Da Ascom – SSP/DF

 

A Secretaria de Segurança do Distrito Federal (SSP/DF) participou, neste sábado (19), de operação de apoio à Secretaria DF Legal na retirada de instalações irregulares no Setor Comercial Sul (SCS). A ação faz parte da segunda fase do trabalho realizado por diversos órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), para revitalização do SCS.

 

O DF Legal foi o responsável pelo recolhimento de barracas e demais estruturas instaladas por famílias em situação de rua, que poderão ser encaminhadas para centros de atendimento e acolhimento oferecidos pelo governo local. Os resíduos inservíveis serão destinados à Unidade de Recebimento de Entulhos (URE), do Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Já os materiais que ainda tiverem serventia para os mesmos serão levados ao deposito da pasta, onde ficarão passíveis de devolução.

 

Também são oferecidos suporte e ajuda humanitária, por meio da Subsecretaria do Sistema de Defesa Civil, vinculada à Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP/DF). O órgão realiza o cadastramento de pessoas para recebimento de cestas básicas, colchões e cobertores para aqueles que tenham endereço físico.

 

A Polícia Militar do DF (PMDF) atua na região para garantir ordem e segurança de todos os envolvidos. A Cidade da Segurança Pública permanecerá no Setor durante todo desdobramento da operação.

 

Balanço da primeira fase

Entre 24 de agosto e 4 de setembro, a Cidade da Segurança Pública serviu como base para diversos serviços oferecidos pelos órgãos de governo para a comunidade local, principalmente para as pessoas em situação de rua. O planejamento da operação integrada foi elaborado em reuniões no Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), sob a coordenação da Secretaria Executiva de Segurança Pública, da SSP/DF.

 

Além dos órgãos públicos, membros da comunidade local, comerciantes, produtores culturais e representantes dos Conselhos de Segurança (Consegs) de Brasília e da Área Central participaram dos encontros.

 

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) emitiu 120 carteiras de identidades no período. Já a Defesa Civil cadastrou 21 pessoas para entrega de cestas básicas e de cobertores. No total, mais de 2 mil pessoas foram atendidas pelos órgãos de governo, incluindo abordagens sociais, encaminhamentos para comunidades terapêuticas, atendimento a usuários de drogas, testes para Covid-19 e outras doenças. Além de cadastro no Sistema Público de Emprego, suporte para recebimento de benefícios, orientações sobre programas habitacionais, atendimento jurídico e psicossocial, entre outros.

 

A primeira fase da ação começou no início de julho, com mobilizações sociais das Secretarias de Assistência Social (Sedes), de Saúde (SES), de Justiça (Sejus), do Trabalho (Setrab), da Mulher (SMDF), entre outras pastas. O trabalho foi feito com o apoio da SSP/DF, por meio da Subsecretaria de Prevenção à Criminalidade (Suprec), da Defesa Civil, da Sopi, responsável pela coordenação das ações de segurança pública, e da Subsecretaria de Inteligência (SI), com mapeamento estratégico do local.

 

Acolhimento social

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) atua em todo o DF, rotineiramente, nos pontos onde encontra pessoa em situação de rua, por meio do serviço de abordagem social.  Os serviços especializados de atendimento são oferecidos, sempre com o consentimento do cidadão, para encaminhamento psicossocial ou para um dos centros de atendimento ou no núcleo de acolhimento. As pessoas em situação de rua, instaladas no Setor Comercial Sul, também poderão ter acesso aos servidos oferecidos pelo GDF.

 

Neste período de pandemia, para que as pessoas que estão em situação de rua possam cumprir o isolamento em razão da pandemia da Covid-19, foram instalados dois Alojamentos Provisório, no Autódromo e em Ceilândia, com capacidade de acolher até 200 pessoas, cada. No local, são oferecidos dormitórios em formato conteineres, banheiros, três refeições, lavanderia e cursos de capacitação profissional. Desde o início da pandemia, quase 600 pessoas já passaram pelas inundares de acolhimento temporárias.