Governo do Distrito Federal
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23/09/19 às 16h21 - Atualizado em 23/09/19 às 16h31

?‍♀️?‍♂️Lago Paranoá: bombeiros reforçam orientações para evitar acidentes no local

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Adriana Machado, da Ascom – SSP/DF

 

O Lago Paranoá é um dos destinos mais procurados pelos brasilienses neste período de estiagem e temperaturas elevadas. Para evitar acidentes, as orientações do Corpo Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) devem ser seguidas por aqueles que buscam o local para a prática de esportes ou lazer.

 

Na maior parte dos salvamentos realizados, as vítimas haviam ingerido bebida alcóolica, como afirma o subcomandante do Grupamento de Busca e Salvamento, capitão Victor Mendonça. “Na maior parte dos afogamentos no Lago, percebemos que as vítimas tinham feito ingestão de álcool. Esta mistura pode ser perigosa”.

 

O subcomandante alerta ainda para o cuidado redobrado com o público infantil. “A distância de segurança é o braço do adulto. Jamais deve-se deixar crianças sozinhas, mesmo que em distâncias pequenas”.

 

A corporação atua no local em dois pontos específicos: Grupamento de Busca e Salvamento (GBS), próximo ao Palácio do Planalto, e Posto Avançado de Salvamento Aquático, próximo à Ponte JK. Os postos são equipados com duas lanchas, seis barcos (escaleres) e dois jet skis. Cerca de doze mergulhadores e guarda-vidas atuam nos locais, de segunda a domingo.

 

“Aos finais de semana e feriados mais 15 bombeiros, especialistas em salvamento e prevenção de afogamento, reforçam o atendimento na Prainha, Ponte JK, Ermida Dom Bosco, Ponte do Bragueto e ‘Piscinão do Lago Norte”, afirmou Mendonça.

 

Os banhistas devem fazer uso de itens de segurança, como boias, coletes ou flutuadores.

 

A corporação faz outras recomendações:

 

– Evitar entrar na água após as refeições;

– Nadar sempre acompanhado de uma embarcação, caso faça a travessia do lago;

– Nadar na companhia de pelo menos uma pessoa e próximo à margem;

– Evitar saltar de locais elevados para dentro da água (dar de ponta) e brincadeiras como “empurrões” e “caldos”;

– Não utilize boias improvisadas. Usar colete é o mais indicado;

– Não tentar fazer salvamentos, caso não seja devidamente treinado. Nesses casos jogue objetos flutuantes, como boias, bolas, pranchas ou cordas para resgatar vítimas e ligue imediatamente para o 193;

– Crianças somente devem entrar na água acompanhadas dos pais ou responsáveis;

– Observar e respeitar as placas proibitivas e evitar caminhar sobre pedras.

 

 

Foto: Renato Araújo/Agência Brasília